
De forma respeitosa, os dados abaixo mostram a dimensão do desafio — e por que a acessibilidade importa para todos.
A OMS estima que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com algum transtorno mental, e a pandemia agravou esse cenário de forma significativa, aumentando ansiedade e depressão em todas as faixas etárias.
O suicídio é a quarta principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no mundo. No Brasil, as taxas entre adolescentes cresceram nos últimos anos, segundo o IBGE e o Ministério da Saúde.
Quase 49% das crianças e jovens autistas tentam fugir ou se perder ao menos uma vez após os 4 anos. Das que se perderam, 24% correram risco de afogamento e 65% de acidente de trânsito.
Crises sensoriais, episódios de pânico e emergências psiquiátricas frequentemente se agravam quando adultos neurodivergentes não conseguem comunicar suas necessidades — e os socorristas não sabem como apoiá-la.
Quando os espaços são seguros, acessíveis e acolhedores, a realidade muda. A mudança começa com atenção, educação e gentileza — e ela já está acontecendo.
Ambientes acolhedores favorecem a recuperação de pessoas em sofrimento emocional, reduzindo crises e aumentando a autonomia.
Espaços públicos mais seguros aumentam a sensação de pertencimento e bem-estar de todas as pessoas, especialmente as mais vulneráveis.
Acessibilidade sensorial, atitudinal, física e emocional são complementares — cada dimensão importa para a dignidade de cada pessoa.
Leis contra excesso de ruído, sinalização clara e treinamento de equipes já demonstram impacto positivo na saúde mental coletiva.
Segurança em cada espaço é responsabilidade de todos. Se constrói com atenção, educação e gentileza.
Um perfil portátil de acessibilidade cognitiva — gratuito.
A pessoa cria uma vez e mostra, em segundos, como pode ser apoiada: por QR code ou cartão impresso, inclusive sem internet e em vários idiomas, com pictogramas para quem não lê ou não fala a língua do lugar.
Soberania de dados: as informações ficam com a pessoa, sem base de dados central, sem expor diagnóstico. Uma ponte de comunicação que facilita pedir ajuda e prevenir crises — sem substituir os serviços de emergência.
Criado por jovens neurodivergentes, com o compromisso de apoiar a salvar vidas preservando dignidade e autonomia.
Quando a pessoa não consegue explicar o que precisa
Se está em crise sensorial ou emocional
Quando não fala a língua do local
Se se perde em espaços públicos
Em emergências que aumentam o nervosismo
Após sofrer alguma violência
Nossa metodologia S.TA.R.TI organiza as formas de contribuir: Spaces (espaços), Talents (talentos), Resources (recursos), Time (tempo).
Distribua o nosso guia para famílias, escolas e comunidades sobre como criar espaços seguros e acolhedores.
Escutar com presença e sem julgamento alguém em sofrimento emocional já é uma forma poderosa de ajudar.
Peça que a sua empresa distribua a ferramenta livremente para funcionários e clientes — é simples e faz diferença.
Sua experiência inspira outras pessoas. Compartilhe o que mudou para você ou para quem você apoia.
Cada contribuição vai diretamente à educação dos nossos jovens criadores e à expansão do movimento.
Ensine crianças, professores e adultos a como agir em caso de emergência — e espalhe a mensagem.
Empresas, organizações e governos podem patrocinar ou licenciar o uso da ferramenta para distribuição entre funcionários e clientes.
O valor mensal é destinado à educação dos jovens criadores do movimento.
A soberania de dados protege também a empresa — menor risco de LGPD e GDPR, sem passivo jurídico.
Acessibilidade real, com impacto mensurável e visibilidade junto a parceiros, imprensa e comunidades.
Demonstra compromisso genuíno com equidade — reconhecido por colaboradores, clientes e investidores.
Oferecemos formações práticas e acessíveis para equipes que trabalham em ambientes de alta demanda emocional e sensorial.
Cursos específicos para educadores aprenderem a identificar e acolher estudantes em crise sensorial ou emocional.
Minivídeos de preparação rápida para atendentes que lidam com viajantes em situações de estresse, desorientação ou crise.
Treinamentos práticos para supermercados, bancos e serviços públicos — online, assíncronos ou presenciais.
Formação para profissionais de saúde que atendem pessoas neurodivergentes ou em sofrimento emocional agudo.
Os dados ficam com a pessoa. Sem base central, sem exposição de diagnóstico, sem venda de informações.
A pessoa escolhe o que compartilha, com quem e quando. O controle é sempre seu.
Informações de emergência revisadas e validadas por profissionais e pela comunidade neurodivergente.
Cada decisão de design e ética é tomada com e por pessoas neurodivergentes — não apenas para elas.
O movimento Lingara está presente no Digital Cooperation Portal da ONU, participando com informação para organizações globais e em concursos internacionais de impacto social.
Legacy of CreatorsConvidamos criadores, influenciadores e líderes de todos os setores a divulgar o movimento nas suas redes — sem vínculo com nenhuma marca. Uma união entre todos os setores da sociedade em torno da acessibilidade segura e digna.
Coerente com o compromisso de não reter informações sensíveis, o impacto do movimento é medido por indicadores de ecossistema — nunca por dados individuais.
Isso garante que pessoas vulneráveis possam participar com total segurança, sem medo de exposição.
Organizações participantes no ecossistema global
Selos de adoção emitidos a parceiros comprometidos
Materiais educativos distribuídos gratuitamente
Histórias recebidas de usuários, famílias e profissionais
Contados localmente
Entrevistas e reportagens
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